Vai pra onde ?

Comentários sobre entretenimento

Trivela do Asa de Águia

maio21

Após quatro anos sendo realizada na Marina da Glória, a Trivela- Rio voltou para o Rio Centro. O estacionamento foi liberado apenas para os motoristas dos veículos, como tem sido costume nos eventos de axé dos últimos anos. O “esquenta” aconteceu na área de desembarque dos caronas. Pela primeira vez presenciei a entrada e saída do evento por dentro do pavilhão 1, normalmente acontece na área externa, pelo gramado.

Outra novidade foi a inexistência da tenda para os DJs de antes e depois do evento, ela foi substituída por um trio-elétrico em forma da lata da Skol, garantindo que o som chegasse em todo o espaço ao invés de ficar concentrado em um só local.

A pista vip era numa enorme tenda do lado direito, e a lateral esquerda e a parte de trás eram um enorme bar. A Skol foi a cerveja oficial do evento e distribuiu infláveis na entrada, o evento ficou tomado da marca. A promoção da vez era a Skol redondinha de 269ml , 4 unidades por R$10.

 

O Asa de Águia apareceu em num novo trio, com dois andares e todas as laterais revestidas de LED, ficou bem bonito e chamava bastante atenção. Também achei o som melhor, dava pra ouvir bem mesmotrivela-05_09_09-05 estando longe do trio.

O show começou com a nova música de trabalho “Dia do Asa” e seguiu animado por longas horas. Não entendi porque, mas o Durval trocou de roupa 3 vezes, e sem ser fantasia.

Depois do trio, entrou uma banda não identificada num pequeno palco para finalizar o evento, foi o momento “vamos embora”.

 

Incrivelmente não vi blitz da lei seca no caminho de volta para casa.

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Caroline Café

maio13

Já fui ao Caroline Café diversas vezes, em situações diferentes, mas sempre à noite.  O ambiente é bem aconchegante em madeira , tem iluminação baixa e velas nas mesas. O valor da entrada depende da programação e do dia, varia entre ZERO e R$20.

Na calçada ficam as mesas para fumantes e o hostess. No primeiro andar mesas, o bar principal e banheiros (unitários, bem equipados, com mídia para anunciantes, limpeza mediana e uma sorrateira porta de vidro fosco – mantenha distância).

O segundo andar segue o mesmo padrão de decoração, mesas com velas, bar menor, banheiros unitários e uma varanda. É onde acontece o happy hour com DJ ou festas fechadas para grupos. Tem espaço pra dançar, mas não fica clima frenético de boate.

O Caroline tem diversas opções de drinks e comidas interessantes e deliciosas, mas nas minhas duas últimas visitas os garçons demoram para aparecer. É uma ótima opção para casais e comemorações fechadas.

Trapiche Gamboa

maio5

“…é ruim da cabeça…ou doente do pé…”

 

Lá fui eu para o samba novamente, desta vez no Trapiche Gamboa, na praça Mauá. Ainda na porta me deparei com o fumódromo da casa, área da calçada separada com uma fita que me deixou na dúvida se era a fila para entrar ou realmente pessoas fumando ao relento. Custa R$20,00 de entrada e o forte é a cerveja de garrafa, geladíiiiiiissima. Os garçons demoram um bocado pra aparecer, mas são bem simpáticos e sambaram mais do que eu.

 

A casa é bem ampla e com pé direito gigantesco. No primeiro andar mesas, pista de dança, roda de samba, um bar principal e outro pequeno de apoio. O segundo e terceiro andares são mezaninos onde ficam os banheiros, outro bar e mais mesas. O 3º é menor que o 2º andar e são interligados por uma escada comprida e muito estreita, só passa um por vez e em 10 minutos perto dela presenciei o estabaco de uma mulher. Cabe ainda comentar que o banheiro feminino tem 4 cabines e a fila anda rápido, o nível de limpeza é aceitável e tem vários espelhos para mulherada não atravancar a passagem que é apertada.

 

O povo dança bastante, tanto na pista quanto entre as mesas. Porém o samba deve ser mais atual porque eu só reconheci uma música, hehehe

 

A fila do caixa se junta com as pessoas em pé entre as mesas e as na pista de dança, nada prático. Pra melhorar os ânimos tem balinha de menta grátis no balcão.

 

 

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Bar da Ladeira

maio4

Quem não gosta de samba, bom sujeito não é …….

 

Quem me conhece sabe que sou uma carioca que não gosta de samba, nem de praia. Lá fui eu sábado à noite super prestigiar o aniversário de uma amiga no Bar da Ladeira. Isso é para poucos. Como sempre, totalmente perdida na Lapa, me guiaram até o bar que efetivamente fica numa ladeira. (!)

 

O local tem dois andares e uma pequena área externa no térreo para os fumantes. Cheguei cedo e já rolava um showzinho de samba com uma jovem vocalista de voz agradável. Curiosamente, os sambas eram mais antigos e eu até conhecia alguns. A decoração bem detalhada cria um clima simples-aconchegante-super-bonitinho.

 

A cerveja de garrafa estava geladíssima e os garçons bem simpáticos e prestativos. Os petiscos pareciam gostosos, bem apresentados em porções justas, mas não provei.

O público era de 25 pra cima, não muito atrativo. Quando o povo começou a se empolgar para dançar os garçons abriram espaço entre as mesas dando suporte à pequena pista de dança. Apesar do lugar estar bem cheio, era fácil se locomover. O banheiro feminino também seguia a linha de decoração da casa, não tinha filas mas pecava na limpeza das cabines.

 

Fui embora cerca de 2h quando a casa ainda estava fervendo, ainda não tinha fila para pagar e o caixa era bem simpático também.

 

Se eu gostasse de samba, voltaria.

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Festa Golden Sessions – Hotel Ouro Verde

maio3

Esse post foi escrito originalmente para o blog do Kpz, dedicado a e-music.

 

No sábado, véspera da Páscoa, fui conhecer a night Golden Sessions no Hotel Ouro Verde a convite do meu amigo e promoter do Rio Lounge, Emerson Piluso. 

 

O aviso dos amigos era unânime: “chegue cedo”. Cheguei em Copacabana as 23:30, a fila estava gigante e permaneceu estática até meia noite, momento que o desconto acabava. Consegui entrar cerca de 00:30 pagando R$45 mulher e R$55 homem com direito a cerveja, caipirinha, água, refrigerante, salgadinhos e “jantar volante”. O pagamento é feito logo na entrada, o que justifica a demora da fila, após o pagamento você entra em uma varandinha e passa pela primeira pista de dança, que toca house. O segundo andar é uma sequência de pequenas salas de hotel transformadas em lounge, pista de dança e bar. Lá toca o mais atual do hiphop, dance e pop com direito a duas TVs LCD passando o clipe da música. Eu me sinto hipnotizada por videoclipes na night, mas o destaque foi para o DJ empolgadérrimo que dança como louco. (Aposto que ele fica horas treinando as coreografias na frente do espelho em casa.)

 

Me senti numa festa de aniversário comendo bolinha de queijo a caminho da pista. O auge da comilança foi quando um dos meus amigos bebeu caldinho de feijão, pra mim, um fato inédito e atestado de lisura da night. Por falar nisso, o público não é dos mais bonitos e depois de 2h da matina a galera já está perdendo a linha devido às bebidas liberadas. A casa (ops, hotel!) fica lotada sendo difícil se locomover, a fila do banheiro é interminável. Na minha segunda visita ao “ladies room” uma simpática funcionária me convidou, junto com mais duas meninas da fila, a segui-la para outro banheiro. Não hesitei e lá fui eu andando de trenzinho até atravessar a cozinha do hotel e chegar ao banheiro dos funcionários.

Como não achei a simpática garçonete na minha terceira ida ao banheiro e a fila continuava fenomenal, resolvi ir embora. Eis que no primeiro andar tocava funk, então minha ida para casa foi adiada por mais 30 minutos.

 

Saldo final: valeu por conhecer, não pretendo voltar mais.

 

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