Trapiche Gamboa
“…é ruim da cabeça…ou doente do pé…”
Lá fui eu para o samba novamente, desta vez no Trapiche Gamboa, na praça Mauá. Ainda na porta me deparei com o fumódromo da casa, área da calçada separada com uma fita que me deixou na dúvida se era a fila para entrar ou realmente pessoas fumando ao relento. Custa R$20,00 de entrada e o forte é a cerveja de garrafa, geladíiiiiiissima. Os garçons demoram um bocado pra aparecer, mas são bem simpáticos e sambaram mais do que eu.
A casa é bem ampla e com pé direito gigantesco. No primeiro andar mesas, pista de dança, roda de samba, um bar principal e outro pequeno de apoio. O segundo e terceiro andares são mezaninos onde ficam os banheiros, outro bar e mais mesas. O 3º é menor que o 2º andar e são interligados por uma escada comprida e muito estreita, só passa um por vez e em 10 minutos perto dela presenciei o estabaco de uma mulher. Cabe ainda comentar que o banheiro feminino tem 4 cabines e a fila anda rápido, o nível de limpeza é aceitável e tem vários espelhos para mulherada não atravancar a passagem que é apertada.
O povo dança bastante, tanto na pista quanto entre as mesas. Porém o samba deve ser mais atual porque eu só reconheci uma música, hehehe
A fila do caixa se junta com as pessoas em pé entre as mesas e as na pista de dança, nada prático. Pra melhorar os ânimos tem balinha de menta grátis no balcão.