Vai pra onde ?

Comentários sobre entretenimento

Trapiche Gamboa

maio5

“…é ruim da cabeça…ou doente do pé…”

 

Lá fui eu para o samba novamente, desta vez no Trapiche Gamboa, na praça Mauá. Ainda na porta me deparei com o fumódromo da casa, área da calçada separada com uma fita que me deixou na dúvida se era a fila para entrar ou realmente pessoas fumando ao relento. Custa R$20,00 de entrada e o forte é a cerveja de garrafa, geladíiiiiiissima. Os garçons demoram um bocado pra aparecer, mas são bem simpáticos e sambaram mais do que eu.

 

A casa é bem ampla e com pé direito gigantesco. No primeiro andar mesas, pista de dança, roda de samba, um bar principal e outro pequeno de apoio. O segundo e terceiro andares são mezaninos onde ficam os banheiros, outro bar e mais mesas. O 3º é menor que o 2º andar e são interligados por uma escada comprida e muito estreita, só passa um por vez e em 10 minutos perto dela presenciei o estabaco de uma mulher. Cabe ainda comentar que o banheiro feminino tem 4 cabines e a fila anda rápido, o nível de limpeza é aceitável e tem vários espelhos para mulherada não atravancar a passagem que é apertada.

 

O povo dança bastante, tanto na pista quanto entre as mesas. Porém o samba deve ser mais atual porque eu só reconheci uma música, hehehe

 

A fila do caixa se junta com as pessoas em pé entre as mesas e as na pista de dança, nada prático. Pra melhorar os ânimos tem balinha de menta grátis no balcão.

 

 

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Festa Golden Sessions – Hotel Ouro Verde

maio3

Esse post foi escrito originalmente para o blog do Kpz, dedicado a e-music.

 

No sábado, véspera da Páscoa, fui conhecer a night Golden Sessions no Hotel Ouro Verde a convite do meu amigo e promoter do Rio Lounge, Emerson Piluso. 

 

O aviso dos amigos era unânime: “chegue cedo”. Cheguei em Copacabana as 23:30, a fila estava gigante e permaneceu estática até meia noite, momento que o desconto acabava. Consegui entrar cerca de 00:30 pagando R$45 mulher e R$55 homem com direito a cerveja, caipirinha, água, refrigerante, salgadinhos e “jantar volante”. O pagamento é feito logo na entrada, o que justifica a demora da fila, após o pagamento você entra em uma varandinha e passa pela primeira pista de dança, que toca house. O segundo andar é uma sequência de pequenas salas de hotel transformadas em lounge, pista de dança e bar. Lá toca o mais atual do hiphop, dance e pop com direito a duas TVs LCD passando o clipe da música. Eu me sinto hipnotizada por videoclipes na night, mas o destaque foi para o DJ empolgadérrimo que dança como louco. (Aposto que ele fica horas treinando as coreografias na frente do espelho em casa.)

 

Me senti numa festa de aniversário comendo bolinha de queijo a caminho da pista. O auge da comilança foi quando um dos meus amigos bebeu caldinho de feijão, pra mim, um fato inédito e atestado de lisura da night. Por falar nisso, o público não é dos mais bonitos e depois de 2h da matina a galera já está perdendo a linha devido às bebidas liberadas. A casa (ops, hotel!) fica lotada sendo difícil se locomover, a fila do banheiro é interminável. Na minha segunda visita ao “ladies room” uma simpática funcionária me convidou, junto com mais duas meninas da fila, a segui-la para outro banheiro. Não hesitei e lá fui eu andando de trenzinho até atravessar a cozinha do hotel e chegar ao banheiro dos funcionários.

Como não achei a simpática garçonete na minha terceira ida ao banheiro e a fila continuava fenomenal, resolvi ir embora. Eis que no primeiro andar tocava funk, então minha ida para casa foi adiada por mais 30 minutos.

 

Saldo final: valeu por conhecer, não pretendo voltar mais.

 

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